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Belo Horizonte, MG – A UFMG, Universidade Federal de Minas Gerais, inaugura hoje um novo e pioneiro projeto: uma laboratório criado especificamente para fazer descobertas acidentalmente. Este é primeiro e único laboratório do tipo no mundo.
Foto: Um dos cientistas acidentais contratados para trabalhar no novo laboratório da UFMG.
O laboratório foi nomeado de Wilhelm Conrad Röntgen Laboratório Acidental de Criação. Wilhelm foi o cientista que descobriu Raios-X acidentalmente e ganhou um prêmio nobel por sua descoberta.
Esse tipo de estabelecimento dentro de uma organização que se preza por seguir o método científico de criação criou controvérsias. Felizmente a secretária que anotou a data para o protesto contra a criação do estabelecimento acidentalmente colocou o dia errado. O protesto ocorreu dia 25 de Dezembro, duas semanas depois que o laboratório havia sido aprovado.
A idéia surgiu acidentalmente quando um dos professores da UFMG acidentalmente bebeu demais e começou a falar bobagem. Uma das bobagens foi “não seria legal se nós colocássemos os ratos para experimentar nos alunos?” Essa foi uma das idéias que propositalmente não colaram. O nome do professor foi acidentalmente esquecido quando no dia seguinte ninguém mais lembrava de quem estava na conversa, qual professor tinha tido a idéia, quem pagou a conta ou qual bar que estavam.
Apesar de todas as dificuldades um time foi criado para desenvolver o projeto. O time consistiu de professores de várias matérias e comportamentos: um porcalhão da área biológica, uma neurótica com limpeza e organização da área de administração, um louco da área de exatas e um professor de física normal.
Ficou decidido que o laboratório teria tudo: organização, desorganização, sujeira, limpeza, caos, ordem, tecnologia avançada, gambiarras, etc...Apesar de todo este esforço no final o que se obteve foi um típico laboratório de pesquisas de uma universidade brasileira.
Então a solução foi colocar somente loucos, malucos, insanos, macacos, chineses (que não falam português) e portugueses (de Portugal) para trabalharem no projeto. “Como você poderia imaginar foi muito difícil de reunir esse grupo. Bom, na verdade conseguimos quase todos aqui mesmo na UFMG. O difícil mesmo foi convencer um louco a trabalhar em uma instituição universitária” explicou Ronaldo Pena, reitor da UFMG.
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